CEI Profª Leonor Motta Zuppi

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Lagartas que cantam e encantam!

Ficamos encantados com a Roda Cantada conduzida pela Turma da Lagarta no dia 31/07/2015. A professora Cláudia, ao lado de seu convidado, Daniel Piau, que toca com muita habilidade o teclado, envolveram a todos com clássicos de Beethoven e músicas do repertório cultural infantil.
Foi um belo espetáculo e um "banquete" para nossos ouvidos!!!
Parabéns às crianças e aos profissionais da "Turma da Lagarta" por nos proporcionarem esse momento tão maravilhoso!!!

 
 
 
 
 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Quem conta um conto, aumenta um ponto!


No dia 30/07/2015, a professora Luciana nos presenteou com uma maravilhosa contação de história. Utilizando um livro de pano, ela nos apresentou  todo o processo da metamorfose da borboleta, desde os ovinhos até a fase adulta. O mais interessante é que as páginas possuíam abas, das quais saíam a lagarta e os outros elementos da história.

No final, todas as turmas ganharam um livro interativo em formato de borboleta, semelhante ao utilizado para que a história fosse contada. 
Parabéns professora Luciana! As crianças amaram! 


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Como tirar a chupeta e o dedo sem traumas para seu filho e para você

Sou frequentemente perguntado sobre como retirar uma chupeta ou ainda como agir com a criança que tem o hábito de chupar o dedo. São duas condições muito comuns na educação de uma criança e podem gerar alguma tensão familiar. 


A primeira sugestão, ou primeiro passo, no manejo da criança que tem um significativo hábito de sucção é procurar ignorar o ato em si. Essa atitude, por si só, já pode ser suficiente, pois na maioria dos casos, essas manias são autolimitadas e resolvem com o crescimento. O uso de palavras ríspidas ou punições podem fazer com que as crianças se sintam demasiadamente contrariadas perante a situação e não se apresentam como métodos eficazes para a retirada no hábito de sucção da criança. 



Se a criança pratica a sucção do dedo ou da chupeta de forma constante e persistente, os pais podem e devem tomar algumas atitudes que favorecem a retirada. Idealmente, os pais devem: 



- valorizar e reforçar positivamente o filho quando ele está num momento de não sucção. Alguns autores recomendam a criação de um registro, facilmente visível para a criança, com metas de dias sem sucção que, se atingidas, devem ser retribuídas com pequenos agrados. 



- procurar distrair os filhos e manter as suas mãos ocupadas o maior tempo possível. 



- discutir com o seu pediatra e/ou odontopediatra as opções mais efetivas para a retirada destes hábitos caso comece a haver mudanças na conformação da arcada dentária e do palato. Neste aspecto, existem métodos que transformam o hábito de sugar numa experiência desagradável, facilitando a retirada. 



Independente do método escolhido procure explicá-lo da melhor maneira possível ao seu filho. Se o seu filho ficar muito assustado ou tenso, interrompa a aplicação temporariamente e comece num outro momento. 



A boa notícia é que a maior parte das crianças irá parar a mania de sucção espontaneamente logo após entrar na escola, pois acabará sendo influenciada pela pressão dos amiguinhos. Se o seu filho mantém o hábito de sucção apenas para dormir, não se preocupe, pois o mesmo não é maléfico. Forçar a retirada a todo custo pode ser mais danosa do que o hábito em si. Tenha certeza que, em algum momento, o seu filho certamente abandonará esta mania.

Arquivo Pessoal
Albert Bousso é pediatra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Café Caipira

No dia 02/07, tivemos nosso tradicional "Café Caipira", que contou com a participação das famílias das crianças, que prestigiaram as danças de todas as turmas, a "Quadrilha" dos funcionários e puderam saborear delícias da culinária caipira! Muito obrigada pela presença e pela animação de todos os presentes! Foi uma linda festa!!!
Abaixo, seguem algumas fotos do evento e as músicas que cada turminha dançou:



















Vídeos das músicas escolhidas para as danças:
  • Turma da Lagarta
Música: "Ciranda dos bichos"



  • Turma da Borboleta
Música: " De abóbora faz melão"



  • Turma das Abelhas
Música: "A casa do Zé"


  • Turma do Passarinho
Música: "Sai Preguiça"



  •  Turma da Joaninha
Música: "Dança do Pandeirinho"



  • Turma da Formiga
Música: "Quadrilha Completa de Mário Zan"


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ainda explorando o tema "LIMITES", segue abaixo, um texto que pode ajudar as famílias na tarefa de educar as suas crianças:

Falta limites? De quem, crianças ou adultos?


Muitas famílias me procuram para conversar a respeito de limites e de uma tal de “agressividade” infantil. Trazem os mais diferentes relatos de espancamento, cusparadas, mordidas e empurrões. Falam dos escândalos em lugares públicos, em festas de crianças, na porta da escola... Sempre se perguntam se a criança tem algum problema, se esse comportamento acontece também no espaço escolar. Sempre trazem a mesma questão: como colocar limites? Como fazer para a criança obedecer e se tornar educada?

São dois pontos importantes e que estão ligados a dois aspectos: um de ordem conceitual, pois existe um modelo de criança esperado pelas famílias, portanto, uma concepção de infância, e outro, de ordem “prática”, que está relacionado ao conceitual, que dirá o que fazer nessas situações.


 A primeira coisa que a escola pode fazer para ajudar as famílias é mostrar que é bem possível que o que se espera do filho ou da filha é demais para eles. É tentar fazer com que as famílias construam uma imagem do filho sem estar colada à imagem da criança ideal. Sai a pressão, a conformidade da conduta, entra a criança, colocada na família específica.

Uma vez feito isso, é muito importante que desfaçamos algumas idéias de autoridade. Autoridade não é uma relação construída sem respeito, sem integridade. Autoridade é firmeza, paciência e persistência nas palavras.

Muitas famílias outorgam às crianças poderes de adultos. Escolhem se vão viajar ou não, se vão sair à noite ou não, escolhem os próprios castigos e até se querem ir à escola. Criança não pode fazer isso. Não pode porque é função do responsável por ela. Isso não é criar uma relação democrática, entre iguais. Isso é colocar um peso que o corpo e a mente da criança não suportaria! Isso é deslocar o papel de pai e mãe para uma instância fora do que seria uma referência para as crianças. Outra coisa: pais e mães, e professores também, devem aprender o valor afetivo do “não”. Um não que acolhe, um não que oferece limites, um não que educa. É mais difícil para as crianças conviverem com o não do que com a ausência dele. Já vi diversas vezes mães e pais, depois de uma cena de escândalo de seus filhos, que não conseguiram o que queriam, voltarem atrás e dizerem: “Só dessa vez!”. Isso é ausência de autoridade.

Muitos familiares, para evitar cenas de birra em público, acabam cedendo às pressões dos filhos e filhas e, com isso, prestam um desserviço à educação dos mesmos. Depois de um tempo, de tomar tanto na cara, pais e mães perdem a paciência e partem para a autoridade que não queriam ter: revidam a desobediência com os mesmos tapas e gritos das crianças.

Bem, em escola, é bem comum ver aquelas crianças que batem mais, que resolvem seus conflitos de forma mais corporal, ou seja, com tapas e pontapés. Ou crianças que tentam, por meio de gritos e choros, conseguir o que querem. Isso não pode ser “uma coisa de criança” e simplesmente deixar acontecer, pois seria pensar a criança como aquele ideal infantil. Isso deve ser resolvido. Se ela sempre bate nos amigos, o professor deve fazer algo com ela. Sem castigos ou coisa do gênero. LIMITES! Sinto que muitas escolas e muitos professores têm medo de dizer não, de colocar limites também. Isso não pode acontecer. Se escola é um espaço repleto de regras, é repleto, portanto, de transgressões, então, a mesma deve se preparar para lidar com isso. De forma clara e direta, sem rodeios.

Clareza é a chave para o sucesso! Ser franco e direto alivia a criança da angústia das decisões tardias dos adultos. As crianças precisam de limites no momento que os pedem. Fica mais fácil para aprender, fica mais fácil para crescer. Colocar limites é fundamental para que construam um espaço, digamos, assim, geográfico das relações sociais.

À medida que as crianças crescem, percebo que as intervenções das famílias precisam ser repetidas diversas vezes. É isso mesmo, repetir até ficar diferente. O fato da criança voltar, vez ou outra, à mesma atitude, pode não significar que ela não aprendeu, ou não entendeu, mas sim que ainda precise checar algumas situações e ver como os pais e mães se colocam frente a elas e como as pessoas reagem quando age dessa forma. Não adianta ameaças e ceninhas, as crianças precisam de ação. O que pode, pode, o que não pode, não pode e pronto. Elas esperneiam, choram, mas todos sabem o fim, é preciso ser firme e ter paciência.

Criança gosta de repetir as coisas. Assiste ao mesmo filme diversas vezes, pede para contar a mesma história sempre, gosta de brincar das mesmas brincadeiras. Repetem para aprender, para elaborar e construir uma idéia de mundo. Muitos familiares dizem que já tentaram de tudo para fazer com que seus filhos ou filhas parem de bater, de falar palavrões, de dar pontapés. Perguntam-me qual é o problema... querem levá-los ao médico, fazer ressonância da cabeça. Digo que o problema é que tentaram de tudo... e não uma coisa apenas.

Não adianta fazer malabarismos na educação de crianças. É preciso ter firmeza nas palavras, fazer valer diante das situações. Colocar a regra e que tipo de intervenção irá acontecer quando ela for descumprida. A criança vai checar para ver se ela continua valendo, se o pai e a mãe realmente sabem o que fazem e dizem. Existe família que acha que isso é pouco caso, repetir a mesma bagunça... mas não é não, muito pelo contrário... é por fazer muito caso, é por dar muita importância, que a criança repete as cenas.

Na verdade, podemos dizer que a tal “agressividade infantil”, ou coisa que o valha, é, muitas vezes, um pedido de socorro. Um pedido pela presença do adulto, um pedido que deve ter começado lá atrás, desde cedo, e que as famílias não souberam ou não quiseram ler. É preciso também colocar limites nas ações dos adultos, pois eles são os únicos responsáveis pelas crianças que cuidam.

Quando aprendemos a ler as crianças e sempre colocamos as coisas nos lugares, conseguimos identificar melhor o que acontece realmente com elas, ou seja, quando é um pedido de socorro e quando é um ato violento. Por isso, pais e mães devem se aliar às escolas para entenderem e se formarem melhor quando o assunto é limites. Devem conversar bastante com professores para perceber quais comportamentos também fazem parte da vida da criança, pois, se na escola é tão diferente do que acontece em casa,... algo está dissonante!

 O autor, Marcelo Cunha Bueno é educador e diretor pedagógico da escola Estilo de Aprender, em São Paulo

Jornal do CEI Leonor Motta Zuppi

Todos os agrupamentos do CEI Leonor Motta Zuppi enviaram para as famílias a 1ª edição do seu jornalzinho, contendo informações sobre as atividades realizadas com as crianças. 
Para que as famílias e a comunidade possam conhecer o trabalho realizado na escola, segue a postagem do exemplar de cada turma. Clique sobre cada imagem para ampliá-la.
 Boa leitura!!!






segunda-feira, 22 de junho de 2015

Show de Mágicas!

No dia 20/05, prestigiamos um lindo "Show de Mágicas", apresentado pelo Sr. Rogério, pai da Rebecca, da "Turma do Passarinho". Todos ficaram encantados com a apresentação, principalmente no momento em que o celular do mágico apareceu dentro de uma bexiga cheia de ar. Também foi surpreendente  o momento em que uma corda cortada com a "tesoura mágica" voltou ao seu tamanho inicial, sem nenhum nó ou emenda. Além do prazer de apreciarmos esse belo espetáculo, também foi muito bom podermos contar com a parceria da família com a escola!

Seguem mais fotos do evento:





terça-feira, 19 de maio de 2015

Limites sem limites!


A palestra do dia 16/05/2015 foi um sucesso! As famílias que compareceram ao evento apreciaram muito o tema desenvolvido e avaliaram a fala do palestrante como clara, dinâmica, eloquente e pertinente.
De maneira muito objetiva,  Dr. André Marroig elucidou que a imposição de limites sobre as crianças é um ato de amor, que opõe-se à violência e significa a vontade e 
necessidade de cuidados dos pais sobrepondo-se a vontade de seus filhos! 
Atualmente, em nome da "felicidade", tudo é permitido às crianças, que não aprendem a lidar com as frustrações, sendo que, a única maneira de sermos realmente felizes, é sabermos lidar com as frustrações, inerentes a todo ser humano...
Os participantes da palestra se sentiram "tocados" pelo tema e solicitaram mais momentos como esse, abordando esse mesmo tema e outros relacionados ao desenvolvimento infantil. Enquanto esses novos momentos não chegam, tentaremos através desse Blog, abordar assuntos de interesse de todos, tais como: birras, comportamento de crianças pequenas, saúde bucal, separação de pais, retirada de fraldas, retirada da chupeta, etc...

Aguardem novas postagens! 


terça-feira, 12 de maio de 2015

CONVITE


Todas as famílias das crianças do CEMEI Leonor Motta Zuppi estão convidadas a participar da palestra "Limites sem Limites", com André Marroig.

Sábado, 16/05/2015, às 08:00 horas

Contamos com a sua presença!



André Marroig é médico, psicanalista e professor da Escola Paulista de Psicanálise. Autor do livro "Onde foi que eu errei?" e coordenador do projeto "Limites sem limites".

Oba! O Blog do CEI Leonor Motta Zuppi está ativo novamente!!! Postaremos atividades desenvolvidas com as crianças, textos, curiosidades e comunicados sobre reuniões e eventos da escola. Aguardamos sugestões para que tenhamos um veículo de informação eficiente, que envolva a todos: crianças, educadores, famílias e comunidade. Boa leitura!!!